Verdades, mitos e novos tratamentos
para Incontinência Urinária
Há um ano, o ginecologista chefe do Serviço de Urologinecologia do
Hospital Pérola Byington e doutor em ginecologia pela Faculdade de
Medicina da USP, Jorge Milhem Haddad, e o professor livre docente do
Departamento de Urologia da Universidade de Medicina de Botucatu da
Unesp, João Luiz Amaro, discutiam a possibilidade de reunir em um
livro todas as questões atuais relacionadas à reabilitação do
assoalho pélvico, incluindo as incontinências urinária e fecal e o
impacto negativo que estas doenças causam na vida das mulheres. Os
estudos, as pesquisas e a experiência que ambos acumularam durante
os anos em que trataram de pacientes em seus serviços e falaram
sobre o assunto em palestras e conferências resultaram no livro
“Reabilitação do Assoalho Pélvico nas Disfunções Urinárias e
Anorretais”.
O livro conta ainda com a participação do
professor titular do Departamento de Urologia da Faculdade de
Medicina de Botucatu da Unesp, José Carlos Souza Trindade, e do
professor e livre docente do Departamento de Ginecologia e
Obstetrícia da Faculdade de Medicina da FMUSP e coordenador de
Ginecologia do Hospital Universitário da USP, Ricardo Muniz Ribeiro,
que assumem a edição do livro, juntamente com os dois idealizadores
do projeto.
Dirigida aos profissionais de Saúde que atuam nas
diferentes áreas focadas no combate à doença, a publicação apresenta
novas alternativas utilizadas para tratar da incontinência urinária.
Essas terapias vão desde recursos farmacológicos, passa pelas
diversas modalidades de fisioterapia e chega aos mais recentes
avanços utilizados para o tratamento da queda dos órgãos genitais,
como a cirurgia em que são usadas telas e faixas. “Para que possamos
tratar adequadamente o paciente com incontinência urinária ou fecal
é fundamental o conhecimento dos novos conceitos anatômicos e
fisiológicos - conhecidos como Teoria Integral da Mulher -, dos
métodos para diagnóstico correto da doença, como a Urodinâmica
(estudo do funcionamento do trato urinário baixo) e das indicações
da terapia mais adequada para cada paciente”, relata o dr. Haddad.
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Fonte:
http://www.hospitalar.com/
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